{"id":5672,"date":"2021-06-08T11:45:37","date_gmt":"2021-06-08T14:45:37","guid":{"rendered":"https:\/\/intsregiaosaca.org.br\/ints\/wp-admin\/?p=5672"},"modified":"2021-06-08T11:54:40","modified_gmt":"2021-06-08T14:54:40","slug":"semana-da-luta-antimanicomial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/intsregiaosaca.org.br\/ints\/wp-admin\/semana-da-luta-antimanicomial\/","title":{"rendered":"Semana da Luta Antimanicomial"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5681&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5682&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]O encontro de abertura da\u00a0semana\u00a0que celebra a Luta\u00a0Antimanicomial\u00a0trouxe o tema: \u201cResid\u00eancias Terap\u00eauticas: uma casa para produ\u00e7\u00e3o de vida\u201d. A convidada, Prof\u00aa Ianni R. Scarcelli falou sobre as\u00a0conquistas da Reforma Psiqui\u00e1trica Brasileira, apontando as Resid\u00eancias como uma evid\u00eancia na evolu\u00e7\u00e3o do processo de desinstitucionaliza\u00e7\u00e3o de pessoas com transtornos mentais. Mas, mesmo com avan\u00e7o da legisla\u00e7\u00e3o em \u00e2mbito nacional, muitos desafios ainda s\u00e3o enfrentados na busca pela inclus\u00e3o desses cidad\u00e3os em nossa sociedade, que mant\u00e9m muitos aspectos da cultura manicomial, de controle e segrega\u00e7\u00e3o, de valores ligados ao consumo e produtividade.<\/p>\n<p>Uma das reflex\u00f5es mais importantes trazidas pela palestrante e que reverberou em grande parte das pessoas que compunham a roda de conversa, foi a quest\u00e3o da tutela em rela\u00e7\u00e3o aos moradores e o quanto, muitas vezes, em nome do cuidado podemos retirar sua autonomia, reproduzindo pr\u00e1ticas alienantes. \u00c9 preciso estar atento, pois o limite entre cuidar e controlar \u00e9 muito t\u00eanue.<br \/>\nA cultura manicomial est\u00e1 dentro de todos n\u00f3s; perceb\u00ea-la e modific\u00e1-la \u00e9 trabalho cont\u00ednuo para a consolida\u00e7\u00e3o de uma sociedade que reconhe\u00e7a as diferen\u00e7as e aprenda a lidar com a diversidade.<\/p>\n<p>VEJA O V\u00cdDEO[\/vc_column_text][vc_video link=&#8221;https:\/\/youtu.be\/XXpNG9kFKK8&#8243; align=&#8221;right&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5683&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]No segundo encontro da\u00a0Semana\u00a0da Luta\u00a0Antimanicomial, contamos com a participa\u00e7\u00e3o da Psic\u00f3loga e pesquisadora cient\u00edfica do Instituto de Sa\u00fade (IS-SES\/SP), Monica\u00a0Martins de Oliveira Viana. Foi uma \u00f3tima oportunidade de reflex\u00e3o sobre a import\u00e2ncia do Apoio Matricial como pot\u00eancia para ampliar a resolutividade das equipes apoiadas, efetivar a cl\u00ednica ampliada e compartilhada e ampliar a articula\u00e7\u00e3o da rede atrav\u00e9s do apoio institucional e pautado no trabalho colaborativo. A roda tamb\u00e9m nos remeteu \u00e0 reflex\u00e3o dos desafios relacionados \u00e0 pandemia e tamb\u00e9m aos movimentos de desmonte da sa\u00fade mental e do SUS, que antecederam a pandemia da COVID-19.[\/vc_column_text][vc_video link=&#8221;https:\/\/youtu.be\/eYWEuMmfFSo&#8221; align=&#8221;right&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5684&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]Hoje, 19 de maio de 2021, aconteceu o Segundo F\u00f3rum Intersetorial de Drogas e Direitos Humanos (FIDDH), conduzido pela equipe do CAPS AD CIDADE ADEMAR, do INTS. O FIDDH integrou uma s\u00e9rie de encontros constru\u00eddos pela Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial de SACA para comemorar o m\u00eas da Luta Antimanicomial. Foi um espa\u00e7o muito produtivo de troca de saberes, reflex\u00f5es e fortalecimento do protagonismo da equipe, al\u00e9m da proposi\u00e7\u00e3o da amplia\u00e7\u00e3o do olhar para o cuidado da popula\u00e7\u00e3o que faz consumo problem\u00e1tico de drogas. Apesar de online as discuss\u00f5es foram calorosas e contaram com a presen\u00e7a de representantes de UBS, NASF, CAPS, CAPS ij, SRT, UAA, CAPS de outras regi\u00f5es, STS, coordenadoria, usu\u00e1rios do CAPS AD Cidade Ademar e demais participantes. A proposta \u00e9 que novos FIDDH aconte\u00e7am e possam se dar de forma itinerante, para acessar territ\u00f3rios mais vulner\u00e1veis e fortalecer redes de cuidado. Fique atento que novos encontros ainda est\u00e3o por vir na programa\u00e7\u00e3o do m\u00eas da Luta Antimanicomial do INTS.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5685&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]O CAPS II Adulto Cidade Ademar em parceria com o setor de Treinamento e Desenvolvimento do INTS promoveu o encontro Reforma Psiqui\u00e1trica: desafios e possibilidades na\u00a0RAPS, com a presen\u00e7a do convidado especial, Dr. Roberto Tykanori. Tyka, como \u00e9 conhecido pelos mais pr\u00f3ximos, proporcionou uma manh\u00e3 repleta de conhecimento e reflex\u00f5es sobre o hist\u00f3rico da Luta\u00a0Antimanicomial\u00a0e a trajet\u00f3ria da constru\u00e7\u00e3o da liberdade coletiva dos considerados &#8220;loucos&#8221;. Promoveu a reflex\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos nossos afetos e como se d\u00e3o os processos de ajustamento e ruptura dos mesmos. A constru\u00e7\u00e3o da liberdade est\u00e1 em reconhecer que somos seres afetivos e produzimos o aumento da pot\u00eancia afetiva atrav\u00e9s do ajuste de afetos. Foi um lindo evento![\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5686&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]No dia que antecede ao dia do Abra\u00e7o (22\/05), fomos presenteados e abra\u00e7ados pela presen\u00e7a da psic\u00f3loga Karina Fukumitsu na\u00a0Semana\u00a0da Luta\u00a0Antimanicomial. O encontro ocorreu na manh\u00e3 da sexta-feira(21\/05) e foi promovido pelo CAPS II Adulto Cidade Ademar em parceria com o setor de Treinamento e Desenvolvimento do INTS. O encontro iniciou com um lindo v\u00eddeo produzido pelo\u00a0CAPS\u00a0em homenagem \u00e0\u00a0Semana\u00a0da Luta\u00a0Antimanicomial. Na sequ\u00eancia, Karina come\u00e7ou sua fala promovendo\u00a0um &#8220;auto abra\u00e7o&#8221;\u00a0e &#8220;auto carinho&#8221; entre os participantes, remetendo a todos sobre a import\u00e2ncia do autocuidado.\u00a0Al\u00e9m disso, discorreu sobre a import\u00e2ncia da identifica\u00e7\u00e3o dos processos autodestrutivos que nos colocamos diariamente. Nos ensinou &#8220;um mantra&#8221; utilizado em seus grupos terap\u00eauticos: &#8220;Eu sou eu, voc\u00ea \u00e9 voc\u00ea. Eu n\u00e3o estou no mundo para satisfazer suas expectativas, nem vc as minhas. Se nos encontrarmos ser\u00e1 \u00f3timo, se n\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 o que fazer&#8221;. Por fim, trouxe a import\u00e2ncia de transformar nossas impot\u00eancias em pot\u00eancias para transformar nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Estou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, caso precise melhorar alguma parte do texto.<\/p>\n<p>Conte comigo.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5690&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]03 de junho, alguns anos depois de 13\/07\/1990. Aqui come\u00e7a a contagem regressiva da vida de Tadeu,filho de Maria. Pouco sabemos da hist\u00f3ria dessa mulher, favelada, m\u00e3e de seis filhos, dos quais, nem mesmo ela, sabe muito sobre o pai ou os pais.<br \/>\nTadeu nasceu numa ter\u00e7a-feira. Nesta \u00e9poca, seus dois irm\u00e3os mais velhos, apesar da pouca idade, entre 7 e 8 anos, j\u00e1 se viravam como podiam. Sempre estavam correndo, \u00a0muitas vezes carregando algo e nunca estavam sozinhos. Suas companhias, pessoas mais velhas, eram mentores e her\u00f3is para eles. Passavam mais tempo na rua do que em casa pois era dif\u00edcil a conviv\u00eancia com a m\u00e3e, incapaz de qualquer tipo de afeto.<br \/>\nMaria tinha seus problemas e pouca ajuda familiar. Na verdade, s\u00f3 contava consigo mesma para, em troca do estrangulamento de sua feminilidade e autoestima, conseguir alguns trocados que evaporavam como fuma\u00e7a em prazeres moment\u00e2neos. Tadeu pode ter sido fruto de um desses momentos que n\u00e3o traziam alegria e causavam muita vergonha e desespero para Maria.<br \/>\nDesde a barriga da m\u00e3e foi um sobrevivente. As urg\u00eancias de Maria, nunca foram as dos filhos, e nelas n\u00e3o havia prioridade para planejamento familiar, pr\u00e9-natal ou sa\u00fade da mulher.<br \/>\nA inf\u00e2ncia de Tadeu foi bem parecida com a dos irm\u00e3os. Muito esperto, malicioso por necessidade e instinto para continuar sobrevivendo. Frequentou brevemente a escola. Lugar onde pouco se identificou, por n\u00e3o ter facilidade com n\u00fameros e letras e por gostar muito de correr e fazer brincadeiras, muitas vezes consideradas inadequadas para o contexto educacional.<br \/>\nEm determinado momento dessa hist\u00f3ria, as vidas de Maria e Tadeu j\u00e1 n\u00e3o se encostam mais. N\u00e3o sabemos o que aconteceu com ela, mas h\u00e1 boatos que se tornou invis\u00edvel.<br \/>\nNeste momento da vida, que continua em contagem regressiva, Tadeu, agora com 10 anos, passa a morar com a av\u00f3, dona Helena. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil descrever a vida de dona Helena. Basta repetir parte da hist\u00f3ria de Maria: mulher, favelada, que agora cuida de 6 netos sozinha e ainda trabalha como empregada dom\u00e9stica todos os dias.<br \/>\n\u00c0 medida que a contagem regressiva da vida de Tadeu se aproxima do fim, de modo incoerente com o que se espera da inf\u00e2ncia, adolesc\u00eancia e juventude, seus interesses mudam. Na escassez de lugares saud\u00e1veis de esporte, lazer e cultura do seu bairro, um campinho sem trave, sem 11 jogadores de cada lado e apelidado de Campo da 12, que n\u00e3o era usado para o descobrimento de talentos para o esporte, passa a ser sua melhor atra\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAgora com 15 anos, a contagem regressiva de Tadeu se acelera mais ainda, principalmente com ajuda da frequ\u00eancia t\u00e3o regular com que passou a ir em lugares como o Campo da 12, onde o n\u00famero n\u00e3o nomeia somente o local, mas tamb\u00e9m as pr\u00e1ticas que o permeiam, colocando pra escanteio e fazendo de gandulas jovens como ele.<br \/>\nCom tantos momentos de prazer e gozo, que da mesma forma que vinham, iam, o corpo e mente de Tadeu passou a n\u00e3o querer mais voltar para realidade ao qual vivenciava, e os momentos viraram horas, dias e noites. O pouco contato com a fam\u00edlia, que j\u00e1 n\u00e3o tinha muito afeto, passaram a ser mais turbulentos.<br \/>\nAos 16 anos, com a contagem regressiva de vida em velocidade exponencial, Tadeu j\u00e1 n\u00e3o consegue controlar mais a forma com que se relaciona com as pessoas, passa a n\u00e3o reconhecer familiares e parceiros e perde significativamente sua autonomia, sendo considerado incapaz de realizar escolhas ou mesmo opinar sobre si.<br \/>\nO desgaste de dona Helena, ao se desdobrar entre tantas tarefas di\u00e1rias com os netos e trabalho, a afasta de Tadeu, agora com quase 17 anos. A \u00fanica sa\u00edda em vista, diante da falta de outras possibilidades e da urg\u00eancia em destinar o neto, j\u00e1 n\u00e3o apto para viver em sociedade, \u00e9 afastar Tadeu do mundo, do bairro e da conviv\u00eancia com outras pessoas.<br \/>\nAp\u00f3s um per\u00edodo de 99 dias afastado, sem contato com qualquer afeto que pudesse vir de fora, sem prazeres moment\u00e2neos e, tamb\u00e9m, sem esperan\u00e7a, Tadeu retorna limpo pro bairro, onde o Campo da 12 ainda \u00e9 o mesmo e a fam\u00edlia ainda possui poucas possibilidades. Fatidicamente essa limpeza de 99 dias isolado de tudo e todos, n\u00e3o garantiu um futuro diferente e, Tadeu, volta a acelerar o contador regressivo de sua vida.<br \/>\nHoje, com 17 anos e 11 meses, e v\u00e1rias incertezas quanto a sua cidadania, Tadeu fatalmente tornara-se invis\u00edvel, assim como Maria.<\/p>\n<p>VEJA O V\u00cdDEO[\/vc_column_text][vc_video link=&#8221;https:\/\/youtu.be\/NYJLrUMwq98&#8243; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5691&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]Neste \u00faltimo encontro em comemora\u00e7\u00e3o ao m\u00eas da Luta Antimanicomial, ocorrido em 28\/05\/2021, a roda de conversa sobre Hipermedicaliza\u00e7\u00e3o da Vida, conduzida por Maria Carolina e Rafael do CAPS AD CIDADE ADEMAR, do INTS, fechou a constru\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de encontros da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (RAPS) de SACA.<br \/>\nContando com a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios atores da RAPS, o encontro tamb\u00e9m possibilitou a presen\u00e7a de pessoas de v\u00e1rias \u00e1reas, incluindo profissionais da tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, o que contribuiu para a pluralidade da discuss\u00e3o. Nessa roda de conversa, mesmo que virtual, foi poss\u00edvel construir um olhar cr\u00edtico sobre pr\u00e1ticas de cuidado patologizantes e medicalizantes. As reflex\u00f5es sobre os caminhos de desconstru\u00e7\u00e3o de tais pr\u00e1ticas focaram no trabalho em rede como principal estrat\u00e9gia de cuidado. Por fim, os facilitadores refor\u00e7aram a import\u00e2ncia destas discuss\u00f5es n\u00e3o se restringirem somente ao m\u00eas da Luta Antimanicomial, mas permearem o cotidiano do trabalho de forma cont\u00ednua e reflexiva.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5681&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5682&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][vc_column_text]O encontro de abertura da\u00a0semana\u00a0que celebra a Luta\u00a0Antimanicomial\u00a0trouxe o tema: \u201cResid\u00eancias Terap\u00eauticas: uma casa para produ\u00e7\u00e3o de vida\u201d. A convidada, Prof\u00aa Ianni R. 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